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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Evolução do estado nutricional de crianças submetidas a um programa de suplementação alimentar em município do Estado de São Paulo

PUBLICAÇÃO: Rev. Nutr. vol.22 no.2 Campinas mar./abr. 2009

AUTORES: Luciana Gonçalves Carvalho; Silvia Regina Dias Medici Saldiva; Tereza Etsuko da Costa Rosa; Doris Lucia Martini Lei

RESUMO

OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto do Programa de Incentivo ao Combate às Carências Nutricionais no município de Assis, estado de São Paulo.
MÉTODOS: Foram acompanhadas 132 crianças menores de 24 meses, que permaneceram por um ano no Programa de Incentivo ao Combate às Carências Nutricionais. O estado nutricional foi avaliado pelo índice Peso para Idade expresso em escore-Z da mediana da população de referência do Nacional Center Health Statistics no início, aos 2, 6, 9 e 12 meses de acompanhamento.
RESULTADOS: Entre as crianças estudadas, 70% foram classificadas como desnutridas ou em risco nutricional no momento do ingresso no Programa Incentivo ao Combate às Carências Nutricionais. Em relação ao incremento de peso, comparando-se o início e após 12 meses, 64% das crianças ganharam peso. Analisando-se a variação média do escore-Z de Peso para Idade nos intervalos de tempo estudados, segundo as faixas etárias e o estado nutricional na entrada ao programa, observou-se que as crianças menores de um ano de idade foram as que apresentaram um significativo incremento de peso.
CONCLUSÃO: Pode-se concluir que as crianças com déficits nutricionais e menores de um ano de idade foram as que mais se beneficiaram do programa de suplementação alimentar Incentivo ao Combate às Carências Nutricionais.

Termos de indexação: Antropometria. Avaliação Nutricional. Suplementação alimentar. Transtornos da nutrição infantil.

REFERENCIA:

CARVALHO, Luciana Gonçalves et al . Evolution of the nourishing condition on children submitted to additional feeding program in county of state of São Paulo, Brazil. Rev. Nutr., Campinas, v. 22, n. 2, Apr. 2009 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732009000200003&lng=en&nrm=iso.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Transtornos alimentares em alunas de nutrição do Rio Grande do Sul

PUBLICAÇÃO: Rev. Nutr. vol.22 no.2 Campinas mar./abr. 2009
AUTORES:
Vanessa Ramos Kirsten; Fernanda Fratton; Nádia Behr Dalla Porta

RESUMO

OBJETIVO: Verificar sintomas de transtornos alimentares em estudantes de Nutrição do sexo feminino em relação ao estado nutricional, à prática de atividade física e ao semestre cursado.
MÉTODOS: Foi utilizado o Eating Attitudes Test-26 para verificar sintomas de transtornos alimentares em estudantes do curso de Nutrição de uma faculdade particular do Rio Grande do Sul. Foram coletados dados de peso e altura para a avaliação do estado nutricional, semestre cursado, prática de atividade física e dados demográficos.
RESULTADOS: A amostra foi composta por 186 alunas. As entrevistadas, em sua maioria, apresentavam entre 21 e 25 anos de idade (50,0%), cor branca (93,5%), renda inferior a 10 salários-mínimos (66,0%) e eram solteiras (91,0%). Os resultados do Eating Attitudes Test-26 demonstraram que 24,7% das estudantes apresentavam sintomas de transtornos alimentares. Cerca de 85,5% das estudantes da amostra eram eutróficas, 8,5% apresentavam algum grau de desnutrição e 6,0%, sobrepeso e/ou obesidade. Não houve significância estatística na comparação entre sintomas de transtornos alimentares com o estado nutricional (p=0,32), o semestre cursado (p=0,67) e com a prática de atividade física (p=0,12).
CONCLUSÃO: Foi identificada alta proporção de sintomas de transtornos alimentares, porém sem significância estatística quando comparado com o estado nutricional, à atividade física e ao semestre cursado.

Termos de indexação: Estado nutricional. Estudantes de ciências da saúde. Questionários. Transtornos alimentares.

REFERENCIA:

KIRSTEN, Vanessa Ramos; FRATTON, Fernanda; PORTA, Nádia Behr Dalla. Transtornos alimentares em alunas de nutrição do Rio Grande do Sul. Rev. Nutr., Campinas, v. 22, n. 2, abr. 2009 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732009000200004&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt.

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