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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Composição centesimal e de minerais em cascas de frutas.

PUBLICAÇÃO: Ciênc. Tecnol. Aliment, vol.25, n.4, 2005.
AUTORES: Jussara A. Melo GONDIM, Maria de Fátima V. MOURA, Aécia S. DANTAS, Rina Lourena S. MEDEIROS, Klécia M. SANTOS

RESUMO

Informações sobre a composição de alimentos de origem agrícola cultivados em solos brasileiros são escassas, e mais ainda de alimentos provenientes do Nordeste. O desconhecimento dos princípios nutritivos dos alimentos induz ao mau aproveitamento, o que ocasiona o desperdício de toneladas de recursos alimentares. Com o objetivo de incentivar o reaproveitamento de alimentos e oferecer uma alternativa nutritiva de dieta a baixo custo, foram analisadas as cascas de algumas frutas que normalmente são desprezadas. No presente trabalho, foi determinada a composição centesimal de 7 elementos minerais com importância nutricional (Ca, Cu, Fe, K, Mg, Na, Zn) em 7 tipos diferentes de cascas de frutas: abacate, abacaxi, banana, mamão, maracujá, melão e tangerina, cultivadas no Estado do Rio Grande do Norte. As análises químicas mostraram que as cascas das frutas apresentam, em geral, teores de nutrientes maiores do que os das suas respectivas partes comestíveis, conforme verificado na literatura. Desta forma, pode-se considerar que as cascas das frutas analisadas podem ser úteis como fontes alternativas de alimento ou como ingredientes para obtenção de preparações processadas.
Palavras-chave: composição centesimal, minerais, cascas de frutas

REFERENCIA:

GONDIM, Jussara A. Melo et al. Composição centesimal e de minerais em cascas de frutas. Ciênc. Tecnol. Aliment. [online]. 2005, vol.25, n.4, pp. 825-827. ISSN 0101-2061.

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domingo, 6 de setembro de 2009

Iodo nutricional no Brasil: como estamos?

PUBLICAÇÃO: Arq Bras Endocrinol Metab vol.53 no.4 São Paulo Jun 2009
AUTORES:
Geraldo Medeiros-Neto

RESUMO

A legislação para corrigir deficiência crônica de iodo no Brasil iniciou-se em 1955. O sal iodado seria distribuído somente em áreas endêmicas de bócio, com dose fixa de 10 mg Iodo/kg de sal. Na década de 1982 a 1992, o Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição assumiu o Programa Nacional para a Deficiência Crônica de Iodo e forneceu o iodato de potássio a todos os produtores de sal. Em 1992, o INAN foi dissolvido. Nova legislação foi promulgada em 1995. A Anvisa ficou encarregada de supervisionar o teor de iodo em amostras de sal. No período de 1998 a 2004, o teor de iodo no sal foi elevado para 40 a 100 mg I/kg de sal. O excesso nutricional de iodo na população possivelmente aumentou a prevalência de tireoidite de Hashimoto e hipertireoidismo. Inquérito epidemiológico nacional (PNAISAL) em escolares, em execução, indicará as futuras determinações para a adição de iodo no sal.

Descritores: Iodo nutricional; excesso de iodo; hipertireoidismo; hipotireoidismo; moléstias autoimunes tireoideas

REFERENCIA:

MEDEIROS-NETO, Geraldo. Iodo nutricional no Brasil: como estamos?. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, v. 53, n. 4, jun. 2009 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302009000400014&lng=pt&nrm=iso.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mudanças no estilo de vida e fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis e sistema imune de mulheres sedentárias

PUBLICAÇÃO: Rev. Nutr. vol.22 no.2 Campinas Mar./Apr. 2009
AUTORES:
Carlos Alexandre Fett; Waléria Christiane Rezende Fett; Gilberto João Padovan; Julio Sergio Marchini

RESUMO

OBJETIVO: Observar os efeitos de dois meses de um programa de reeducação de hábitos sobre variáveis do sistema imunológico e de risco para doenças crônicas não transmissíveis e as associações destas entre si e com a composição corporal.
MÉTODOS: Cinqüenta mulheres sedentárias, com idade de 36 anos (DP=10), e índice de massa corporal de 31kg/m2 (DP=12) participaram do estudo. Foram avaliados a composição corporal (antropometria e bioimpedância), o hemograma, o perfil lipídico, as concentrações plasmáticas das vitaminas A, C, betacaroteno, do zinco, do ácido úrico e da glicemia. O treinamento consistia de circuito de peso ou caminhada por 1h, três vezes por semana no primeiro mês e 1h, quatro vezes por semana no segundo mês, mais reeducação alimentar.
RESULTADOS: A gordura corporal, as concentrações plasmáticas do ácido úrico, do colesterol total e da lipoproteína de alta densidade foram significativamente reduzidas. Os triglicérides, a lipoproteína de baixa densidade e as variáveis do sistema imunológico não foram alterados. O zinco não foi associado a qualquer variável. Os glóbulos brancos, os linfócitos, as plaquetas e a vitamina C foram positivamente associados à gordura corporal e negativamente, quando divididos pela massa corporal (kg). O colesterol total e a lipoproteína de baixa densidade divididos pela concentração de vitamina A e do betacaroteno foram negativamente correlacionados à gordura corporal. A vitamina C teve a maior correlação com outros fatores bioquímicos de risco.
CONCLUSÃO: Houve redução dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, mas não nos marcadores do sistema imunológico. O aumento da gordura corporal foi associado negativamente aos marcadores do sistema imunológico e das vitaminas.

Termos de indexação: Composição corporal. Leucócitos. Vitaminas. Zinco.

REFERENCIA:

FETT, Carlos Alexandre et al . Lifestyle changes and risk factors for non-communicable chronic diseases and immune system of sedentary women. Rev. Nutr., Campinas, v. 22, n. 2, Apr. 2009 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732009000200007&lng=en&nrm=iso.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Metabólitos séricos da vitamina D não se correlacionam com pressão arterial em adolescentes

PUBLICAÇÃO: Arq Bras Endocrinol Metab vol.53 no.4 São Paulo June 2009
AUTORES:
Barbara Santarosa Emo Peters; Janaína Pivetta Roque; Mauro Fisberg; Lígia Araújo Martini

RESUMO

OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre o estado nutricional da vitamina D, a adiposidade e a pressão arterial (PA) em adolescentes.
MÉTODOS: Foi realizada avaliação antropométrica, da composição corporal, da ingestão alimentar, de medidas bioquímicas e aferição da PA de 205 adolescentes, com média de idade de 18,2 anos.
RESULTADOS: Destes, 12,19% apresentaram PA elevada. O nível sérico médio da 25OHD foi 29,2(0,8) ng/mL, e 62% dos adolescentes apresentaram insuficiência de vitamina D. Não foi encontrada correlação significativa entre a PAS e a PAD com a 25OHD e a 1,25(OH)2D. Houve correlação negativa entre a PAD com os níveis séricos de adiponectina, e tanto a PAS quanto a PAD apresentaram correlação positiva com a circunferência da cintura em ambos os sexos.
CONCLUSÃO: Não houve relação entre os níveis séricos de vitamina D e a PA. Porém, a gordura visceral apresenta risco potencial para elevação da PA em adolescentes.

Descritores: Pressão arterial; vitamina D; cálcio; adiponectina; adolescentes

REFERENCIA:

PETERS, Barbara Santarosa Emo et al . There are no association between vitamin D metabolites and blood pressure in adolescents. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, v. 53, n. 4, Junho, 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302009000400005&lng=en&nrm=iso&tlng=en.

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